sexta-feira, 6 de agosto de 2010

GRANDE CRUZ NO CEU - O MAPA DE 07 DE AGOSTO DE 2010

O MAPA DE 07/08/2010


O que acontecerá no dia 07 de agosto de 2010 ?


Nesse dia irá se formar um grande cruz através de um configuração rara que acontece a cada 83 anos. Dizem que após esse acontecimento muitas transformações podem acontecer.

O mapa astrológico de 07/08/10 é marcado por uma Grande Cruz,  uma configuração poderosa que não deve ser tratada levianamente.
 
Ela trata das colinas íngremes e duras realidades, obrigando a uma dedicação e energia totais, levando a uma situação acelerada que conduz à solução e ao aperfeiçoamento, ou a uma submersão e abandono que proporciona um grande aprendizado. Surgem situações difíceis até que as questões sejam tratadas de frente. É uma configuração que trata das questões básicas e vitais.

A presença de uma Grande Cruz implica que está acontecendo algo muito especial e importante, mesmo que não se perceba na ocasião. É uma questão de ‘fazer e de continuar seguindo em frente’.
As chances parecem contrárias, mas isso só acentua o estímulo para se enfrentar a situação.
 
Há um tremendo poder espiritual por trás de uma Grande Cruz, caso se consiga ter acesso a ele. O poder de superar as dificuldades está na evolução da consciência e em utilizar na “batalha” recursos trazidos do fundo do EU.
A quietude interior é importante para que se acalmem os conflitos e tudo fique claro. Trata-se de uma configuração de abertura... um salto quântico... clamando por uma total revolução.
 
Os ciclos não existem separadamente uns dos outros. Um leva ao outro, servindo cada um de passado e futuro para os demais.
Muitas vezes, acontecimentos que ocorreram em um ciclo submergem e reaparecem em outro ciclo que, então, realimenta não só o ciclo seguinte como também os ciclos anteriores. 

Não podemos nos apegar a um única configuração astrológica, pois a vida é uma série de processos temporais dentro de desdobramentos históricos.
A conjunção de Júpiter com Urano ocorre a cada 14 anos e traz mudanças e acontecimentos de importância fundamental, ainda mais agora que está ocorrendo em Áries (maio/10), conferindo poderes ilimitados para criar uma realidade em alinhamento com a mente planetária e terminando com todas as limitações de atos transformadores.
 
Devemos considerar também que estamos num momento planetário importante que requer um grande salto evolutivo: 2.160 anos da precessão de um signo do zodíaco na terra (era astrológica) e 25.920 anos de precessão de 12 signos do zodíaco (precessão da terra em Aquário).
 
Sofremos ainda as conseqüências do impacto do cometa que atingiu Júpiter em 1994, criando uma explosão nuclear em nosso sistema. Para a Terra, Júpiter rege as escolas dominadoras e as sociedades secretas. Este cometa explodiu os códigos de controle das sociedades secretas, abrindo nosso planeta para métodos estruturais de dimensões mais altas.
 
Desde 1987 estamos inseridos no Cinturão de Fótons impulsionando- nos a um processo de transmutação (libertação do carma negativo). Em Janeiro de 2008 Plutão entrou em Capricórnio oferecendo poderes estruturais de transformação para a humanidade e para o planeta.
 
Em Fevereiro de 2010 Quíron fêz uma conjunção com Netuno em Aquário libertando a cura universal e espiritual nas novas estruturas.
Como se pode notar, a configuração em questão (mapa de 7/8/2010) é apenas mais um componente de um Grande Processo.




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2010 – O FIM DE UM MUNDO? por Carlos Maltz
Como você já deve ter percebido, 2010 começou forte. Parece que a Natureza “ligou o turbo”. No consultório, voltei de um mês de férias e encontrei a maioria das pessoas vivendo uma aceleração radical em seus processos existenciais. Em português simples e claro: “o bicho tá pegando”.
E a Astrologia, esta velha senhora, o que tem a nos dizer nesse momento? Ela pode nos auxiliar de alguma forma a compreendermos e nos posicionarmos melhor em relação ao que está acontecendo, e ao que há de vir?
Do alto de seus 5.000 anos de idade, dona Astrô não se abala muito com pouca coisa. Já viu impérios outrora indestrutíveis virarem ruínas...
Já viu civilizações que antes ditavam as regras, virarem pontos turísticos... Viu demônios virarem santos, santos virarem demônios, metalúrgicos virarem presidentes, astros do rock virarem astrólogos, políticos outrora muito populares virarem Judas... Enfim... Ela já viu de tudo... E sabe que “a vida vem em ondas como o mar”... Vem e vai... Vai e vem...
Dona Astrô pode nos auxiliar muito num momento desses, em que a corda está esticando. Pode nos lembrar de que isto é um ciclo, e que os ciclos têm a sua natureza, necessidade e duração.
E que ciclo é esse?
Teremos em 2010, mais precisamente no final de Julho de 2010, um alinhamento que (felizmente) não acontece todo momento.
Urano, planeta regente do signo de Aquário, um dos três “deuses da mudança”, geralmente associado à processos de quebras e rupturas radicais em modelos vigentes, completa uma volta e chega ao primeiro grau de Áries, que é também o primeiro grau de todo o Zodíaco. Só isto, já é um acontecimento astrológico significativo, que marca um momento de renovação.
Junto á Urano, vem Júpiter, considerado pelos antigos, como o grande “benéfico” do Zodíaco, também está associado á avanços em paradigmas ideológicos.
No início de 1762, os dois astros estavam alinhados no primeiro decanato do signo de Áries. Este ano é marcado pelo inicio da guerra entre Espanha, maior potência naval da época, e a Inglaterra, que passaria a ser a nova potência maior. O grande império ibérico caminhava para o fim, e o nascente império anglo-saxão começava a despontar.
Em 1845, Urano e Júpiter encontraram- se mais uma vez nos primeiros graus de Áries. Naquele ano, o parlamento britânico promulgou a “Lei Aberdeen”, que foi um passo decisivo para a futura libertação dos escravos, evento que também, sem dúvida nenhuma, foi paradigmático para os padrões da época, e iniciou um novo ciclo para a humanidade, visto que teve um impacto profundo nas relações sociais e econômicas dali para frente.
Em Julho de 1927, novamente Urano e Júpiter chegavam aos primeiros graus de Áries. Aquele foi um ano marcado pela primeira travessia sem escalas do Atlântico, realizada por Charles Lindbergh em seu “Spirit of Saint Louis”. Evento que sem dúvida deixou o mundo muito “menor” do que era até então. Aquele ano também foi marcado por acontecimentos políticos radicais que tiveram importância capital nos desdobramentos futuros. Em Agosto, uma revolta do exército chinês dá origem ao que viria ser o “Exército Vermelho”, que teve papel fundamental na revolução que transformou a face e a história daquele antigo país, e está na base do peso que ele tem hoje no planeta. Naquele mesmo ano, Benito Mussolini promulga a “carta do trabalho”, que transforma a Itália em estado corporativo, e abre as portas para o Fascismo, e Josef Stálin, após expulsar León Trotsky, torna-se líder absoluto do PC e da URSS. Novamente, um mundo estava terminando, e outro estava começando.
Como podemos ver, este alinhamento marca o início de uma mudança radical. As pessoas estão fazendo barulho á respeito de 2012, mas na verdade, o mundo acaba mesmo, é em 2010. Pelo menos o mundo tal qual o conhecemos até aqui.

O céu de 2012 não apresenta nenhum aspecto astrológico radical. Nenhum que chegue próximo ao que teremos esse ano.
Se não bastasse o encontro de Júpiter e Urano em Áries, que como vimos, marca novos momentos politico-ideoló gicos, temos ainda a posição de Saturno, senhor do tempo e das colheitas nos primeiros graus de Libra, fazendo uma “oposição” exata á conjunção Júpiter-Urano. E Saturno não está só. Com ele vem Marte, como todos sabem, o senhor da guerra. Se isso tudo não bastasse, Plutão, outro “deus da mudança”, implacável e compulsivo, faz uma “quadratura” á esse povo todo, nos primeiros graus de Capricórnio, outros signo “Cardinal”.
O céu está pesado. De todas as conjunções anteriores que eu citei, essa é, sem dúvida, a mais tensa e a mais radical. O velho e o novo estão cara-a-cara para um confronto que já se anuncia há uns três anos.  E agora não tem mais como “empurrar com a barriga”, “não tem mais pra onde correr”.

O que está vindo pela frente?

Quem tiver olhos, verá... Um velho mundo morrendo, e um outro, novo,nascendo...
Todos já estamos sentindo a onda gigante de renovação que está chegando...
As mudanças acontecem em todos os níveis: no planeta, em nosso país, aqui no DF e também, como não poderia deixar de ser, em nossos lares, consciências e em nossas vidas. Todos gostam de mudanças planetárias, mas quase ninguém gosta quando elas começam a acontecer em nossas vidas, de verdade.
Quase todos nós, conscientes disto ou não, admitamos isto ou não, somos apegados aos modelos e estilos de nossas vidas, por mais deficientes e causadores de sofrimento que eles sejam. Faz parte de nossa natureza.Somos todos, mais ou menos conservadores. Basta ver quando algo realmente novo chega a Terra, a reação contrária que causa, e a pouca adesão que conquista, num primeiro momento.

O Cristianismo hoje é uma potência política e econômica, influindo em governos, movimentando bilhões e capitaneando guerras. Mas no começo,
se limitava a doze pessoas, e durante quinhentos anos, ser simpático a esta idéia era motivo bastante para mandar alguém ser almoço dos leões.
Só que tem momentos, que é mudar ou mudar. E esse é um desses momentos.
Todo esse transtorno e esse “rebuliço” em nossas vidas são as mudanças chegando e batendo na porta dos nossos velhos estilos de vida, que se defendem como podem. Com unhas e dentes, como Saturno e Marte sinalizam.
Será que estamos dispostos a mudar? Será que sabemos o que precisamos mudar? Ou será que ainda estamos pensando que os problemas em nossas vidas são causados pelo ex, pela ex, pelos filhos, a sogra, pelo Lula, pelo Arruda, por nossos inimigos, Deus, o diabo, etc.?
A Tsunami da transformação planetária está batendo na praia. Ou pegamos essa onda e vamos com força para a frente, ou ela nos pega e quebra a espinha dorsal de nossas resistências. A hora de mudar é agora. Se a sua vida já está de pernas para o ar e você não está dando conta sozinho, procure ajuda. Um médico, padre, psicólogo, terapêuta, astrólogo, um amigo de verdade... Enfim, alguém que possa te ajudar a se enxergar, que nós não viemos equipados de fábrica com espelho retrovisor. Somos todos muito hábeis para enxergar cisco no olho do irmão, e cegos para ver a trave em nosso próprio olho...
Boa sorte
amigos, e coragem... Toda força à frente que o novo nos espera... E sua urgência ruge...


 Falando um pouco mais da Grande Cruz no céu...
Por: Arq. Marco Aurélio Souza 

 
Chama-se Grande Cruz quando, no mapa natal ou no no mapa do céu, encontramos quatro ou mais planetas alinhados em forma de cruz, como pode ser visto pelo exemplo acima. Fazem quadraturas e oposições. Entretanto, para atingir o máximo potencial, a Grande Cruz ou qualquer aspecto desafiador, precisa estabelecer uma ligação com um trígono ou um sextil, pois sem um canal de vazão, a Grande Cruz, com o seu nível de pressão constante, pode exaurir-se. O exemplo acima mostra-nos uma Grande Cruz em signos cardinais: Carneiro / Áries, Caranguejo / Câncer, Balança / Libra e Capricórnio. Chama-se a isto uma Grande Cruz cardinal. A grande cruz cardinal alterna a sua enorme acção e produção com bastante inactividade em certos períodos. A Grande Cruz cardinal num mapa natal provavelmente é a mais fácil de ser controlada, pois a qualidade cardinal significa movimento, descoberta e solução de problemas. Pessoas com essa configuração nos seus mapas são empreendedoras, eficazes e resolutas. Isso não evita que também passem por situações de perdas muito acentuadas. Também existem as Grandes Cruzes 'fixas' e 'mutáveis'. Ainda há, alguns casos em que o alinhamento não é perfeito e pode haver grandes cruzes mistas.

Vamos ao que me interessa com este texto: fazer alguma pedagogia astrológica a propósito de uma Grande Cruz que se vai configurar no céu, no próximo dia 7 de Agosto de 2010.

Será uma Grande Cruz exacta no céu. É nessa data que a Lua (por ser o planeta mais rápido) faz aspectos exactos a alguns dos outros planetas e aspectos muito curtos com outros planetas. A ilustração acima foi feita intencionalmente para mostrar aos leitores o mapa com a Grande Cruz ou Cruz Quadrada, para esse dia. Também retirei do mapa os planetas que não estarão envolvidos na Grande Cruz, para poder mostrar melhor a cruz formada no céu. A hora escolhida foi a Lisboa, por representar o standard GMT ou TMG - Tempo Meridiano de Greenwich. Este é o meridiano que passa sobre a localidade de Greenwich (no Observatório Real, nos arredores de Londres, Reino Unido) (e também em Lisboa) e que, por convenção, divide o globo terrestre em ocidente e oriente, permitindo medir a longitude. Estamos, portanto, na longitude zero.

Olhando para o mapa a cores vemos dois braços cruzados, colocados em signos cardinais, mas, e, muito mais que isso, vemos que estão colocados em Pontos Cardinais. De um lado temos Saturno e Vénus, em Balança / Libra e no lado oposto temos Úrano e Júpiter, em Carneiro / Áries. No outro braço encontramos a Lua em Câncer e Plutão em Capricórnio. Escolhi uma orbe de 3 graus para não expandir demasiado a cruz. Se mesmo com uma orbe mais enxuta, lê-se todo o género de coisas, desde as mais catastrofistas, às mais animadoras, o que não será com orbes de 10º e mais, como tenho visto! Já vi orbes de 16 graus! Cabe tudo e mais alguma coisa.

Ao fazer pesquisas na internet sobre este tema da Grande Cruz de 7 de Agosto, fiquei com uma estranha sensação: que há 3 ou 4 textos com alguma qualidade e existem inúmeras cópias dos mesmos. A maioria desses textos são do género canalizações, que falam todos no mesmo assunto: a grande necessidade de todos procedermos a mudanças internas. A partir daqui, as variantes são as que a mente humana quiser aceitar ou entender, desde variações galácticas, fotões, neutrões, multidimensões, seres de outros sistemas. Todos apelam ao coração. Isso é muito bom, mas não me parece ser necessária uma Grande Cruz para concluirmos isso. A mim soou-me como que sendo explicações tão exacerbadas que tornam as questões demasiado mentais. Deixo aqui estas leituras como sendo as melhores, apesar de muito exacerbadas e, porque não, desconhecedores do que é astrologia, apesar de se atreverem a usá-la para falarem na Grande Cruz e nos recentes eclipses lunar e solar: aqui - aqui - aqui - aqui - aqui. Pesquisem por vossa conta. Nem tudo o que li ressoou em mim. Tudo muito mental. Para isto, já basta a prática astrológica que é demasiado mental. E eu faço parte desse grupo. Se faço! Sou tremendamente mental!

Quero registar aqui a minha surpresa por algumas destas canalizações falarem em 'eclipse solar na grande cruz' (ou frases similares). Não consigo entender como se fazem afirmações destas quando o Sol, no dia do eclipse solar total estava no grau 19 de Câncer, portanto afastado 16 graus do planeta mais próximo da Grande Cruz. Das duas, uma: ou não sabem astrologia e alguém lhes falou sobre a Grande Cruz e vai daí, levaram tudo a eito e misturaram alhos com bugalhos, ou então, estamos perante algo muito estranho, que nem me atrevo sequer a pensar. O eclipse solar não se deu dentro da Grande Cruz.

Fiquei bastante surpreendido e algo confuso com as leituras que fiz e muito intrigado, pois não li projecções astrológicas. Excepto num dos casos lincados acima. É certo que estas Grandes Cruzes não surgem todos os dias. São raras. Todos os bebés que nascerem nessa semana de Agosto terão essa Grande Cruz no seu mapa natal. Que crianças são essas? Que condimento especial estas crianças virão oferecer à humanidade? Eu não sei, nem quero especular. Alguém já se encarregará de lhes dar um nome, uma tipificação.

Deixem-me falar-vos um pouco de Úrano, de novo em Carneiro / Áries, no 1º grau do zodíaco. Completou um ciclo. Isto, por si só, é um acontecimento de grande significado astrológico. Se aceitarmos que Úrano é um dos planetas que mais mudanças promove e que geralmente, se associa a rupturas de modelos em uso, bem percebemos o que se está a passar à nossa volta. Estamos perante um momento importante de renovação. Conjunto a Úrano, vemos Júpiter, o grande benéfico do zodíaco, que representa as Leis do Homem e as Leis Divinas, e tem o significado profundo de estar associado a questões ideológicas. Portanto, estamos claramente perante fenómenos político-ideológicos. Ou melhor, perante um paradigma: a mudança político-ideológica que o planeta e a humanidade estão a viver. Sim, é sempre um movimento espiritual. Tal como no passado, também foram movimentos espirituais. É a humanidade a evoluir. A grande diferença é que agora somos biliões de pessoas. E as questões espirituais estão mais entranhadas. Nem podia ser de outra maneira, pois apenas significa que a humanidade evoluiu e chegou a este ponto.

Se fizerem o mapa para o tão falado 2012, ficarão desiludidos, pois não apresenta nenhum aspecto astrológico tão radical como este, de 2010. Deixem-me ironizar um pouco: se fosse para chegarmos ao fim do mundo, como tanto se fala, o ano de 2010 seria muito mais conveniente que o de 2012, e isto, apenas olhando para os fenómenos astrológicos que estão a ocorrer.

A última vez que estes dois planetas (Úrano e Júpiter) se encontraram em conjunção em Carneiro / Áries, foi em 1927. Deu-se uma revolta no exército chinês, que mais tarde se transformaria no "exército vermelho", que transformou completamente aquele pais, assim como muitos países que se envolveram ideologicamente com o sistema comunista. No campo oposto, à direita, Benito Mussolini abre as portas ao fascismo italiano, a que mais tarde se juntaria os fascismos espanhol e português. Então, foram dias negros para uma parte considerável da humanidade. E durou décadas. Para terminar as histórias desse ano, Stalin expulsa Trotsky e torna-se o senhor absoluto de todas as Rússias (antiga URSS). Um velho mundo a acabar (o dos grandes senhores das terras, uma era a fenecer) e novos moldes a despertarem. Por um lado o fascismo e por outro, o comunismo. Obviamente, tocaram-se nos extremos. E o mundo viveu com isso várias décadas.

Outras datas desta conjunção em Áries: 1762 (a desgraçada batalha naval entre os reinos de Espanha e Inglaterra, que passou a ser a maior potência naval da época) e 1845 (a Inglaterra aboliu a escravatura). Foram grandes as mudanças verificadas e com enorme repercussão para o resto do mundo. Pesquisem na internet essas datas e conhecerão outros acontecimentos.

Acredito que estamos perante mudanças significativas que se estão a aproximar, em forma de recessão global económica. Qual será o novo modelo emergente? Ainda é cedo para o definirmos. Mas claramente, estamos perante novos modelos ideológicos.

Os quatro signos cardinais desta Grande Cruz são sinais de ritmo e movimento impulsivo que nos dão uma chave sobre novos começos. Transmitem-nos a ideia de acção, de irmos com destino, de sabermos até onde vamos.

Carneiro / Áries é o 'Eu Sou'. Balança / Libra é o 'Estamos perante você'. Estes dois signos, em oposição, dizem-nos que é o tempo para cada um se reconhecer no outro. Do lado Fogo, temos Júpiter (as leis, o ser superior), e Úrano (a mudança, o inesperado, o criativo). Forças superiores, que fazem oposição aos planetas em Libra: Saturno (a ordem, as regras) e Vénus (os afectos, a beleza). Este encontro tem estado a acontecer já há vários meses. Muito se falou em mudança e em como o plano tridimensional terrestre está a enfrentar dificuldades de adaptação. O já paradigmático caso do crude derramado no Golfo do México, (há imensos dias) que, aparentemente está a ser difícil de suster. É o planeta a impor-se a certos desmandos de um capitalismo selvagem.

No outro braço da cruz temos os signos Câncer e Capricórnio. São signos poderosos. Em Câncer somos o 'Eu intuo e eu sinto'. Em Capricórnio somos o 'Eu uso e lidero'. Com a Lua em Câncer, cheia de dignidade e com curtíssima passagem pela Grande Cruz, que se vai desfazer dentro de dias, sabemos que as emoções estarão à flor da pele, tanto mais que faz uma oposição a Plutão (a regeneração) e quadraturas aos outros planetas da Grande Cruz. Após a passagem da Lua, esta Grande Cruz retorna ao que tem sido nos últimos tempos: uma quadratura T. Continuando fortíssima, ma non tropo.

Reduzindo estas interpretações a uma certa essência, e porque o texto já vai longo, é uma Grande Cruz tremendamente purificadora para o planeta e esta humanidade. Por ser cardinal, as pessoas sentir-se-ão motivadas para agirem. Vai depender, obviamente, daquilo que cada um acredita. Uma coisa é certa, se as pessoas tiverem planetas em pontos cardinais serão profundamente 'remexidas' por esta Grande Cruz.

Eu, me confesso: pessoalmente, sou um crente em contactos entre humanos e extra-terrestres. Entre humanos e anjos. Entre humanos e seres multidimensionais. Espero mesmo que esta Grande Cruz ajude a humanidade a desbloquear situações mais difíceis, mais tensas. Mas, também que saibamos interiorizar a capacidade de acção característica deste posicionamento. Acredito que a humanidade vai a caminho de grandes transformações. Aliás, tem acontecido isso, nos últimos 2 anos. Nada é igual ao que era. Excepto para os que vivem das aparências, daquilo que parece ser sempre igual.

Saibamos aproveitar esta Grande Cruz para agirmos, fundamentalmente, na cura das nossas feridas internas, no acrescento de uma maior consciência universal, para darmos passos em frente, para ajudarmos o planeta a ser mais sustentável.

Do lado político, todos assistimos à enorme pressão e tensão para os líderes mundiais tomarem decisões. Eles estão perplexos perante o que se passa, pois o que na verdade desejam é que tudo fique como estava antes de 2008, pois é a única 'realidade' que conhecem. Não é possível. Essa era, acabou. Com Plutão a fazer uma quadratura a Úrano dentro da Grande Cruz, é óbvio que não é nada harmonioso e que as mudanças serão à bruta. Todos os dias assistimos a políticos de todo o mundo fazerem afirmações que nos soam desconexas. Como se não tivessem sido eles e as grandes máquinas financeiras a emperrarem todo o sistema.

Estamos, claramente, em vésperas da mudança de sistema. 

Arq. Marco Aurélio Souza 
Fontes: http://mickbernard.blogspot.com

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